Fotos (da minha mãe):
Petit Palais, Musée du Quai Branly, Tour Eiffel, Palais et Jardin du Luxembourg, Notre Dame.
Depois de chegarmos no dia anterior à cidade das luzes, que não parecia assim tão luminosa de noite, com o frio, e a gente "chunga" (como a minha mãe gosta de dizer) a beber na escadaria da nova Ópera. Mas lá chegámos ao nosso hotelzinho na Bastille, depois de vários bilhetes de metro que não funcionaram e que nos foram dados por um francês que não sabia falar francês e que nos tratou como umas atrasadinhas mentais quando lhe pedimos para repetir a estação em que devíamos sair, depois de ele a ter mal dito.
Na manhã seguinte, não conseguimos comer logo a tão esperado croissant, daqueles mesmo bons, que pura e simplesmente não existem em Portugal. Metro again (uma companhia frequente nesta viagem). No Petit Palais tomámos (eu) um Chocolat Gourmant (com bolinhos, miam) e um Café Gourmant (mum). Vimos duas exposições: "Le Mont Athos et le Monde Bizantyn" e uma do William Blake.
Depois decidimos ir a pé até à Torre Eiffel. Até se via um solzinho (mais do que vimos nos outros dias, pelo menos) mas eu estava muito mal preparada em termos de camadas de roupa, e apanhei imenso frio. A meio do caminho encontrámos o museu do Quai Branly onde almoçámos e ainda visitámos umas exposições.
Em seguida, o tempo lá fora não estava paricularmente apetecível e, quando saímos, eu ia morrendo de hipotermia, mas isso são apenas detalhes. Fomos até à Torre, mas não subimos, "isso fica para a próxima, quando viermos com os teus irmãos" como disse a minha mãe.
Continuámos até ao Quartier Latin, onde parámos numa crêperie. Como era domingo, estava tudo fechado. Decidimos que voltaríamos noutro dia.
Em seguida, entrámos no Jardin du Luxembourg onde também vimos o Palais, onde eu tive um momento de inspiração e me lembrei que era ali o Senado (afinal estes anos de tortura de Liceu Francês começam a dar frutos). Alguns rasgos de sol ainda apareceram, o que tornou tudo melhor, e eu aqueci um pouco mais...
Finalmente, ainda caminhámos pelas ilhas de Paris, nomeadamente a ilha da Notre Dame, que estava com uma luz fantástica e um céu cor de rosa por trás. Tentámos zoomar até aos monstrinhos, quase sem sucesso. Tudo isso me faz lembrar o filme de Disney, que eu sempre odiei, e que nunca consegui ver até ao fim porque a mãe morre no princípio e tinha medo do resto e já chorava baba e ranho.
Conclusão: um primeiro dia cansativo e atarefado, com várias injecções de cultura (exposições), e mau tempo. Mas sempre muito bonito e agradável, apesar da chuva e tal.
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