sexta-feira, 26 de junho de 2009
Michael Jackson - 25.06.2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
Day Three.
No último dia acordámos cedo, para recompensar o dia seguinte. Comemos mais um croissant e eu um Chocolat no caminho para a Place des Vosgues no Marais (primeira foto). O tempo tinha finalmente melhorado e a vida era bela. Até que a chuva voltou (óbvio). Felizmente, não estava tão forte como no dia anterior e conseguimos caminhar pela cidade. Houve uns momentos de chuva mais forte, mas acabava sempre por parar. Fomos até ao Pompidou, que estava fechado, mas fomos ainda visitar a fonte Srtavinsky lá perto. A minha mãe muito falou dessa fonte e, quando lá cheámos, não a vimos logo. "A fonte morreu?" perguntei eu. "Pssst, cala-te. Ainda não chegámos lá." -"Bolas."
Day Two.
No segundo dia fomos mais desleixadas. Acordámos bastante tarde e, apesar de termos finalmente conseguido comer um croissant, acompanhado por um sumo de laranja não-tão-fresco-assim-e-completamente-não-feito-em-casa, e eu o meu habitual Chocolat e a minha mãe o café (sim, ela bebeu cerca de vinte cafés em sítios diferentes, na esperança de encontrar um minimamente de jeito) (sem sucesso, claro), o tempo estava HOR-RÍ-VEL. Com tantas perspectivas animadoras, a nossa ida ao Grand Palais parecia uma óptima ideia.
Umas estações de metro mais tarde, lá estávamos nós. Eu toda happy por ir finalmente ver com os meus prórios olhos o Grand Monde D'Andy Warhol. Adorei, claro. E passámo-nos na loja do museu (o que é bastante frequente, infelizmente) (adoro lojas de museus, não há volta a dar) (e são sempre bastante mais caros de que deviam).
O tempo apenas piorou com o tempo (previsível) e, apesar de eu ter umas camadas a mais do que no dia anterior, não parou de chover o dia todo. Vimos os Champs-Élysées, o Arco do Triunfo, mas tudo bastante desfocado pela CHUVA.
Finalmente, optámos por passar o resto da tarde no Louvre (foto em cima). Estávamos completamente convencidas que fechava às 22h, mas quando íamos comprar o bilhete avisáram-nos que, ah, fechava dali a 40 minutos. A minha mãe optou por comprar um bilhete para a exposição de coisas do Egipto, mas apercebeu-se que eu tinha um ar tristonho porque, quer dizer, a gente vai ao Louvre e não vê a Mona Lisa! Então tentámos trocar o bilhete por um normal e, mesmo quando nos disseram que tal não era possível, não desistimos e a minha mãe comprou outro e decidimos, com muita estratégia, visitar apenas as obras mais importantes duma ala. Conseguimos assim ver a Vénus de Milo, a Vitória de Samotracia, a Mona Lisa de DaVinci, a Liberté guidant le peuple de Delacroix (que eu queria ver), entre outros. Missão cumprida e bem executada! Muita satisfação. Fomos expulsas pelos guardas assim como outros turistas atrasados quase ao pontapé mas valeu a pena.
Ainda fomos ver a outra exposição que acabava mais tarde sobre o Egipto. Como eu já fui ao próprio país e quando era mais nova tinha imenso interesse no Egipto Antigo, não foi nada de novo. Era mais uma maneira do Louvre ganhar mais uns trocos por expôr as peças da sua ala do Egipto Antigo numa exposição independente, e assim fazer-te pagar o dobro. Acho muito bem...
O penúltimo dia foi o mais cinzento e chuvoso. Também interessante. Depois da Mona Lisa versão pop-art do Andy Warhol de manhã, pude ver a original de tarde (que por acaso estava pouco visível, a dez metros de distância, coberta de vidros anti-balas e guardas) (protecção digna de Obama) (que, por acaso, esteve lá ao mesmo tempo que nós e, por isso, apanhámos imensos policias nos primeiros dias).
Day One.
Fotos (da minha mãe):
Petit Palais, Musée du Quai Branly, Tour Eiffel, Palais et Jardin du Luxembourg, Notre Dame.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Freakólandias Herdadas.
Já tinha ouvido falar destes objectos, a minha mãe já os tinha mencionado.