sexta-feira, 26 de junho de 2009

Michael Jackson - 25.06.2009

A morte do Rei da Pop há-de ficar para a história. Apesar de toda a controvérsia, temos de admitir que ele foi um dos grandes ícones do nosso tempo e que foi um artista inovador e uma inspiração para muitos dos músicos dos nossos tempos.
Estranho pensar que estávamos todas felizes a fazer o moonwalk e a cantar o "Billie Jean" no Singstar, e que poucas horas depois recebi uma mensagem a dizer que ele morreu.
É íncrivel como, cada três segundos, um vídeo dele no youtube recebe mais um comentário a dizer Rest In Peace, de cada canto do planeta.
Ele não era um artista que eu conheça bem, mas sei o significado que ele teve para o Mundo. Aqui fica um clip de quando ele ainda era mais novo, antes das cirurgias e dos problemas, quando ainda era só uma criança extraordináriamente talentosa que cantava com os irmãos:


terça-feira, 9 de junho de 2009

Day Three.






No último dia acordámos cedo, para recompensar o dia seguinte. Comemos mais um croissant e eu um Chocolat no caminho para a Place des Vosgues no Marais (primeira foto). O tempo tinha finalmente melhorado e a vida era bela. Até que a chuva voltou (óbvio). Felizmente, não estava tão forte como no dia anterior e conseguimos caminhar pela cidade. Houve uns momentos de chuva mais forte, mas acabava sempre por parar. Fomos até ao Pompidou, que estava fechado, mas fomos ainda visitar a fonte Srtavinsky lá perto. A minha mãe muito falou dessa fonte e, quando lá cheámos, não a vimos logo. "A fonte morreu?" perguntei eu. "Pssst, cala-te. Ainda não chegámos lá." -"Bolas."
Haha, mas lá estava ela (afinal ela existe). Engraçada, com uns bonequinhos a rodar. Adorei a senhora (foto) com água a esguinçar da maminha. Almoçámos nessa zona, e, da janela, víamos o tempo a melhorar. Claro que, quando nós saímos, o sol voltou a esconder-se. Ligeiramente frustrante.
Encontrámos uma cabeça gigante no Eustache e continuámos até ao Quartier Latin (desta vez, mais animado). Visitámos uma última vez a Notre Dame e, por fim voltámos ao hotel para buscar as malas e dirigimo-nos para o Aeroporto.
Bye bye, Paris.

Day Two.


No segundo dia fomos mais desleixadas. Acordámos bastante tarde e, apesar de termos finalmente conseguido comer um croissant, acompanhado por um sumo de laranja não-tão-fresco-assim-e-completamente-não-feito-em-casa, e eu o meu habitual Chocolat e a minha mãe o café (sim, ela bebeu cerca de vinte cafés em sítios diferentes, na esperança de encontrar um minimamente de jeito) (sem sucesso, claro), o tempo estava HOR-RÍ-VEL. Com tantas perspectivas animadoras, a nossa ida ao Grand Palais parecia uma óptima ideia.

Umas estações de metro mais tarde, lá estávamos nós. Eu toda happy por ir finalmente ver com os meus prórios olhos o Grand Monde D'Andy Warhol. Adorei, claro. E passámo-nos na loja do museu (o que é bastante frequente, infelizmente) (adoro lojas de museus, não há volta a dar) (e são sempre bastante mais caros de que deviam).

O tempo apenas piorou com o tempo (previsível) e, apesar de eu ter umas camadas a mais do que no dia anterior, não parou de chover o dia todo. Vimos os Champs-Élysées, o Arco do Triunfo, mas tudo bastante desfocado pela CHUVA.

Finalmente, optámos por passar o resto da tarde no Louvre (foto em cima). Estávamos completamente convencidas que fechava às 22h, mas quando íamos comprar o bilhete avisáram-nos que, ah, fechava dali a 40 minutos. A minha mãe optou por comprar um bilhete para a exposição de coisas do Egipto, mas apercebeu-se que eu tinha um ar tristonho porque, quer dizer, a gente vai ao Louvre e não vê a Mona Lisa! Então tentámos trocar o bilhete por um normal e, mesmo quando nos disseram que tal não era possível, não desistimos e a minha mãe comprou outro e decidimos, com muita estratégia, visitar apenas as obras mais importantes duma ala. Conseguimos assim ver a Vénus de Milo, a Vitória de Samotracia, a Mona Lisa de DaVinci, a Liberté guidant le peuple de Delacroix (que eu queria ver), entre outros. Missão cumprida e bem executada! Muita satisfação. Fomos expulsas pelos guardas assim como outros turistas atrasados quase ao pontapé mas valeu a pena.

Ainda fomos ver a outra exposição que acabava mais tarde sobre o Egipto. Como eu já fui ao próprio país e quando era mais nova tinha imenso interesse no Egipto Antigo, não foi nada de novo. Era mais uma maneira do Louvre ganhar mais uns trocos por expôr as peças da sua ala do Egipto Antigo numa exposição independente, e assim fazer-te pagar o dobro. Acho muito bem...

O penúltimo dia foi o mais cinzento e chuvoso. Também interessante. Depois da Mona Lisa versão pop-art do Andy Warhol de manhã, pude ver a original de tarde (que por acaso estava pouco visível, a dez metros de distância, coberta de vidros anti-balas e guardas) (protecção digna de Obama) (que, por acaso, esteve lá ao mesmo tempo que nós e, por isso, apanhámos imensos policias nos primeiros dias).

Day One.



Fotos (da minha mãe):

Petit Palais, Musée du Quai Branly, Tour Eiffel, Palais et Jardin du Luxembourg, Notre Dame.

Depois de chegarmos no dia anterior à cidade das luzes, que não parecia assim tão luminosa de noite, com o frio, e a gente "chunga" (como a minha mãe gosta de dizer) a beber na escadaria da nova Ópera. Mas lá chegámos ao nosso hotelzinho na Bastille, depois de vários bilhetes de metro que não funcionaram e que nos foram dados por um francês que não sabia falar francês e que nos tratou como umas atrasadinhas mentais quando lhe pedimos para repetir a estação em que devíamos sair, depois de ele a ter mal dito.
Na manhã seguinte, não conseguimos comer logo a tão esperado croissant, daqueles mesmo bons, que pura e simplesmente não existem em Portugal. Metro again (uma companhia frequente nesta viagem). No Petit Palais tomámos (eu) um Chocolat Gourmant (com bolinhos, miam) e um Café Gourmant (mum). Vimos duas exposições: "Le Mont Athos et le Monde Bizantyn" e uma do William Blake.
Depois decidimos ir a pé até à Torre Eiffel. Até se via um solzinho (mais do que vimos nos outros dias, pelo menos) mas eu estava muito mal preparada em termos de camadas de roupa, e apanhei imenso frio. A meio do caminho encontrámos o museu do Quai Branly onde almoçámos e ainda visitámos umas exposições.
Em seguida, o tempo lá fora não estava paricularmente apetecível e, quando saímos, eu ia morrendo de hipotermia, mas isso são apenas detalhes. Fomos até à Torre, mas não subimos, "isso fica para a próxima, quando viermos com os teus irmãos" como disse a minha mãe.
Continuámos até ao Quartier Latin, onde parámos numa crêperie. Como era domingo, estava tudo fechado. Decidimos que voltaríamos noutro dia.
Em seguida, entrámos no Jardin du Luxembourg onde também vimos o Palais, onde eu tive um momento de inspiração e me lembrei que era ali o Senado (afinal estes anos de tortura de Liceu Francês começam a dar frutos). Alguns rasgos de sol ainda apareceram, o que tornou tudo melhor, e eu aqueci um pouco mais...
Finalmente, ainda caminhámos pelas ilhas de Paris, nomeadamente a ilha da Notre Dame, que estava com uma luz fantástica e um céu cor de rosa por trás. Tentámos zoomar até aos monstrinhos, quase sem sucesso. Tudo isso me faz lembrar o filme de Disney, que eu sempre odiei, e que nunca consegui ver até ao fim porque a mãe morre no princípio e tinha medo do resto e já chorava baba e ranho.
Conclusão: um primeiro dia cansativo e atarefado, com várias injecções de cultura (exposições), e mau tempo. Mas sempre muito bonito e agradável, apesar da chuva e tal.

Back from Paris.




Muita chuva, muito frio. Mas valeu a pena, obviously.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Freakólandias Herdadas.




Já tinha ouvido falar destes objectos, a minha mãe já os tinha mencionado.
Agora, até os procurar ou encontrar já foi outra história...
A minha mãe passou por uma fase Freak quando vivia em Macau quando tinha por volta da minha idade. E muitos artefactos foram adquiridos duma loja indiana que lá existia...
Apesar de eu não estar a passar por uma crise de afirmação como a minha mãe na altura, com as suas saias compridas, uso o mesmo género de brincos e pulseirinhas que ela usava nessa altura. Quando eu a obriguei a sentar-se e abrir os milhões de caixas e caixinhas que estavam camufladas e escondidas dentro do seu armário, acabámos por redescobrir vários tesourinhos (é claro que o meu timing poderia ter sido melhor, considerando o facto de nos termos embrenhado no passado às 21h duma quinta-feira antes de sequer termos jantado, e apesar de eu ter tido de acordar às 6h30 na manhã seguinte).
Lucky me, que pude guardar algumas coisinhas para mim.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

O nosso Projecto de Ginástica

Após muito suor, nódoas negras, dentes partidos, cabelos arrancados, gritinhos histéricos de adolescente, danças malucas, discussões parvas, suspiros da Clara, esquecimentos (de equipamento e de cds), rabos de cavalo, unhas dos pés pintadas, e de meias coloridas, eis o resultado:

p.s.: Eu sou a de T-shirt branca e calças pretas.
Ah, e a música é da M.I.A. : Paper Planes.