domingo, 27 de setembro de 2009

(Totally) Lost in Translation

Haha, acabei de ver o meu blog de uma perspectiva completamente diferente. Um tal de Google Toolbar (publicidade de graça?), começou a "pop'ar" no meu ecrã a perguntar (wow) (mesmo importante para a sobrevivência da humanidade, ou pelo menos para o meu momento no computador) se eu queria traduzir aquela página de português para inglês. Lá aceitei, porque, no fundo, fui eu que escrevi aquela página (era o meu blog) e era mesmo necessário eu conseguir decifrar a estranha linguagem que se apresentava à minha frente (que é a minha língua materna, só por acaso). E o resultado foi extremamente engraçado (ou, pelo menos, ligeiramente intrigante) (haha, lá estou eu a usar o meu vocabulário inutilmente). As traduções por vezes fazem sentido, mas palavras do género "adolescentezinhas" e "chanatas" são intaduzíveis.
E é assim que se escreve um artigo enorme sem se dizer absolutamente nada. Eu sou pro nisso.
:D

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Festas de Cascais


Eu só quero mesmo é ir para casa.

Calçar as minhas chanatas.

E ver um episódio das Chiquititas.



Vocalista dos Pólo Norte, concerto em Cascais (era de graça, claro)

Como chatear uma amiga.

;
Basta não enviar as fotos que ELA pede 50 vezes para enviar.
E ir procurar ao Google Images "homem feio" e mandar isso instead :D
.


You get extreme when you get with me, do you know what I mean?




US of A


In and out de móteis com aspecto duvidoso...

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Chinese Democracy

Já há algum tempo que não ouço falar de um amigo meu que foi este ano viver para Pequim. Até o convencemos a fazer um Facebook, para manter o contacto, só que ele nunca mais lá apareceu.
Até que, hoje, vejo que ele me mandou um mail a contar novidades (estranho, nem me tinha lembrado deste meio para falar, só penso em facebooks e assim) (o que é bastante estúpido, mas bom). Então ele conta-me que a razão pela qual ele não respondia aos nossos apelos facebookianos era porque não conseguia ter acesso a redes sociais na internet, porque o governo chinês bloqueia esses sites. Ora, eu tinha ideia da situação da China, mas ver as provas assim foi estranho, e nem me tinha passado pela cabeça que essa seria a razão do desaparecimento temporário do meu amigo.
Nestas alturas é que a pessoa se apercebe da sorte que tem de viver numa democracia livre...

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Tunisia


Alive! 09


Bandas como:

Tv On The Radio, Klaxons, Crystal Castles, The Kooks, Does It Offend You Yeah, Placebo, The Ting Tings, Silent Film, Los Campesinos, Black Eyed Peas, Lykke Li, Ghostland Observatory...

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Michael Jackson - 25.06.2009

A morte do Rei da Pop há-de ficar para a história. Apesar de toda a controvérsia, temos de admitir que ele foi um dos grandes ícones do nosso tempo e que foi um artista inovador e uma inspiração para muitos dos músicos dos nossos tempos.
Estranho pensar que estávamos todas felizes a fazer o moonwalk e a cantar o "Billie Jean" no Singstar, e que poucas horas depois recebi uma mensagem a dizer que ele morreu.
É íncrivel como, cada três segundos, um vídeo dele no youtube recebe mais um comentário a dizer Rest In Peace, de cada canto do planeta.
Ele não era um artista que eu conheça bem, mas sei o significado que ele teve para o Mundo. Aqui fica um clip de quando ele ainda era mais novo, antes das cirurgias e dos problemas, quando ainda era só uma criança extraordináriamente talentosa que cantava com os irmãos:


terça-feira, 9 de junho de 2009

Day Three.






No último dia acordámos cedo, para recompensar o dia seguinte. Comemos mais um croissant e eu um Chocolat no caminho para a Place des Vosgues no Marais (primeira foto). O tempo tinha finalmente melhorado e a vida era bela. Até que a chuva voltou (óbvio). Felizmente, não estava tão forte como no dia anterior e conseguimos caminhar pela cidade. Houve uns momentos de chuva mais forte, mas acabava sempre por parar. Fomos até ao Pompidou, que estava fechado, mas fomos ainda visitar a fonte Srtavinsky lá perto. A minha mãe muito falou dessa fonte e, quando lá cheámos, não a vimos logo. "A fonte morreu?" perguntei eu. "Pssst, cala-te. Ainda não chegámos lá." -"Bolas."
Haha, mas lá estava ela (afinal ela existe). Engraçada, com uns bonequinhos a rodar. Adorei a senhora (foto) com água a esguinçar da maminha. Almoçámos nessa zona, e, da janela, víamos o tempo a melhorar. Claro que, quando nós saímos, o sol voltou a esconder-se. Ligeiramente frustrante.
Encontrámos uma cabeça gigante no Eustache e continuámos até ao Quartier Latin (desta vez, mais animado). Visitámos uma última vez a Notre Dame e, por fim voltámos ao hotel para buscar as malas e dirigimo-nos para o Aeroporto.
Bye bye, Paris.

Day Two.


No segundo dia fomos mais desleixadas. Acordámos bastante tarde e, apesar de termos finalmente conseguido comer um croissant, acompanhado por um sumo de laranja não-tão-fresco-assim-e-completamente-não-feito-em-casa, e eu o meu habitual Chocolat e a minha mãe o café (sim, ela bebeu cerca de vinte cafés em sítios diferentes, na esperança de encontrar um minimamente de jeito) (sem sucesso, claro), o tempo estava HOR-RÍ-VEL. Com tantas perspectivas animadoras, a nossa ida ao Grand Palais parecia uma óptima ideia.

Umas estações de metro mais tarde, lá estávamos nós. Eu toda happy por ir finalmente ver com os meus prórios olhos o Grand Monde D'Andy Warhol. Adorei, claro. E passámo-nos na loja do museu (o que é bastante frequente, infelizmente) (adoro lojas de museus, não há volta a dar) (e são sempre bastante mais caros de que deviam).

O tempo apenas piorou com o tempo (previsível) e, apesar de eu ter umas camadas a mais do que no dia anterior, não parou de chover o dia todo. Vimos os Champs-Élysées, o Arco do Triunfo, mas tudo bastante desfocado pela CHUVA.

Finalmente, optámos por passar o resto da tarde no Louvre (foto em cima). Estávamos completamente convencidas que fechava às 22h, mas quando íamos comprar o bilhete avisáram-nos que, ah, fechava dali a 40 minutos. A minha mãe optou por comprar um bilhete para a exposição de coisas do Egipto, mas apercebeu-se que eu tinha um ar tristonho porque, quer dizer, a gente vai ao Louvre e não vê a Mona Lisa! Então tentámos trocar o bilhete por um normal e, mesmo quando nos disseram que tal não era possível, não desistimos e a minha mãe comprou outro e decidimos, com muita estratégia, visitar apenas as obras mais importantes duma ala. Conseguimos assim ver a Vénus de Milo, a Vitória de Samotracia, a Mona Lisa de DaVinci, a Liberté guidant le peuple de Delacroix (que eu queria ver), entre outros. Missão cumprida e bem executada! Muita satisfação. Fomos expulsas pelos guardas assim como outros turistas atrasados quase ao pontapé mas valeu a pena.

Ainda fomos ver a outra exposição que acabava mais tarde sobre o Egipto. Como eu já fui ao próprio país e quando era mais nova tinha imenso interesse no Egipto Antigo, não foi nada de novo. Era mais uma maneira do Louvre ganhar mais uns trocos por expôr as peças da sua ala do Egipto Antigo numa exposição independente, e assim fazer-te pagar o dobro. Acho muito bem...

O penúltimo dia foi o mais cinzento e chuvoso. Também interessante. Depois da Mona Lisa versão pop-art do Andy Warhol de manhã, pude ver a original de tarde (que por acaso estava pouco visível, a dez metros de distância, coberta de vidros anti-balas e guardas) (protecção digna de Obama) (que, por acaso, esteve lá ao mesmo tempo que nós e, por isso, apanhámos imensos policias nos primeiros dias).

Day One.



Fotos (da minha mãe):

Petit Palais, Musée du Quai Branly, Tour Eiffel, Palais et Jardin du Luxembourg, Notre Dame.

Depois de chegarmos no dia anterior à cidade das luzes, que não parecia assim tão luminosa de noite, com o frio, e a gente "chunga" (como a minha mãe gosta de dizer) a beber na escadaria da nova Ópera. Mas lá chegámos ao nosso hotelzinho na Bastille, depois de vários bilhetes de metro que não funcionaram e que nos foram dados por um francês que não sabia falar francês e que nos tratou como umas atrasadinhas mentais quando lhe pedimos para repetir a estação em que devíamos sair, depois de ele a ter mal dito.
Na manhã seguinte, não conseguimos comer logo a tão esperado croissant, daqueles mesmo bons, que pura e simplesmente não existem em Portugal. Metro again (uma companhia frequente nesta viagem). No Petit Palais tomámos (eu) um Chocolat Gourmant (com bolinhos, miam) e um Café Gourmant (mum). Vimos duas exposições: "Le Mont Athos et le Monde Bizantyn" e uma do William Blake.
Depois decidimos ir a pé até à Torre Eiffel. Até se via um solzinho (mais do que vimos nos outros dias, pelo menos) mas eu estava muito mal preparada em termos de camadas de roupa, e apanhei imenso frio. A meio do caminho encontrámos o museu do Quai Branly onde almoçámos e ainda visitámos umas exposições.
Em seguida, o tempo lá fora não estava paricularmente apetecível e, quando saímos, eu ia morrendo de hipotermia, mas isso são apenas detalhes. Fomos até à Torre, mas não subimos, "isso fica para a próxima, quando viermos com os teus irmãos" como disse a minha mãe.
Continuámos até ao Quartier Latin, onde parámos numa crêperie. Como era domingo, estava tudo fechado. Decidimos que voltaríamos noutro dia.
Em seguida, entrámos no Jardin du Luxembourg onde também vimos o Palais, onde eu tive um momento de inspiração e me lembrei que era ali o Senado (afinal estes anos de tortura de Liceu Francês começam a dar frutos). Alguns rasgos de sol ainda apareceram, o que tornou tudo melhor, e eu aqueci um pouco mais...
Finalmente, ainda caminhámos pelas ilhas de Paris, nomeadamente a ilha da Notre Dame, que estava com uma luz fantástica e um céu cor de rosa por trás. Tentámos zoomar até aos monstrinhos, quase sem sucesso. Tudo isso me faz lembrar o filme de Disney, que eu sempre odiei, e que nunca consegui ver até ao fim porque a mãe morre no princípio e tinha medo do resto e já chorava baba e ranho.
Conclusão: um primeiro dia cansativo e atarefado, com várias injecções de cultura (exposições), e mau tempo. Mas sempre muito bonito e agradável, apesar da chuva e tal.

Back from Paris.




Muita chuva, muito frio. Mas valeu a pena, obviously.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Freakólandias Herdadas.




Já tinha ouvido falar destes objectos, a minha mãe já os tinha mencionado.
Agora, até os procurar ou encontrar já foi outra história...
A minha mãe passou por uma fase Freak quando vivia em Macau quando tinha por volta da minha idade. E muitos artefactos foram adquiridos duma loja indiana que lá existia...
Apesar de eu não estar a passar por uma crise de afirmação como a minha mãe na altura, com as suas saias compridas, uso o mesmo género de brincos e pulseirinhas que ela usava nessa altura. Quando eu a obriguei a sentar-se e abrir os milhões de caixas e caixinhas que estavam camufladas e escondidas dentro do seu armário, acabámos por redescobrir vários tesourinhos (é claro que o meu timing poderia ter sido melhor, considerando o facto de nos termos embrenhado no passado às 21h duma quinta-feira antes de sequer termos jantado, e apesar de eu ter tido de acordar às 6h30 na manhã seguinte).
Lucky me, que pude guardar algumas coisinhas para mim.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

O nosso Projecto de Ginástica

Após muito suor, nódoas negras, dentes partidos, cabelos arrancados, gritinhos histéricos de adolescente, danças malucas, discussões parvas, suspiros da Clara, esquecimentos (de equipamento e de cds), rabos de cavalo, unhas dos pés pintadas, e de meias coloridas, eis o resultado:

p.s.: Eu sou a de T-shirt branca e calças pretas.
Ah, e a música é da M.I.A. : Paper Planes.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Concerto.


Esta segunda, eu, a Clara e a Mariana fomos ao concerto da Beyoncé. Logo depois da escola e, claro, de uma mini-paragem nas amoreiras (para ver se arranjavam o botão das minhas calças já estragadas mas novinhas em folha) fomos a casa da Clara. Pousámos as coisas porque era lá que íamos passar a noite.

Enquanto que a Clara fazia o jantar e a Mariana ia petiscando tudo o que via à frente (como aqueles salgadinhos que foi necessário pôr numa prateleira alta onde, supostamente, só chega a Clara porque ela até é grande e eu e a Mariana somos uns gnomos, para ela não os devorar) eu ia pondo música e dançando toda feliz. É claro que eu e a Mariana até ajudámos, mas segundo a Clara nós somos umas inúteis. Ah, e a Mariana teve uma reacção alérgica ao gato da Clara. Muito giro.

Chegámos meia-hora depois do que deviamos ter chegado, mas é evidente que a diva ainda não tinha chegado, e ainda tivemos de esperar outra meia-hora (apesar das mensagens constantes de toda a gente que lá estava há anos (montes de gente, por acaso) a insistir que já lá deviamos ter estado 4h antes, e bla bla bla) (é claro que depois mandaram-me mensagens a dizer que tinham dores de pés).

O concerto foi muito bom, com uma boa energia e com incríveis performances tanto de dança como de canto. Resumidamente, foi uma boa noite e valeu a pena, apesar de todas estarmos estafadas no dia seguinte. :D

Aqui vão algumas fotos. Se quiserem mais, venham pedi-las (muahaha.)






quinta-feira, 21 de maio de 2009

Paris je t'aime.

Foi hoje marcada a minha viagem para Paris dia 6 a 9 de Junho. Esta viagem foi considerada depois de a minha mãe saber que havia uma grande exposição do Andy Warhol lá, e eu, obviamente, achei que uma viagem era uma boa ideia. Uhuh, mal posso esperar.

(nada melhor do que uma música sobre Paris em hebreu)




sábado, 9 de maio de 2009

Make Love, Not Concerts




Quero agradecer à Cidade Fm por organizar um concerto de reggae mesmo à frente de minha casa. Acho que as pessoas que estavam naquela manifestação para a legalização da marijuana vieram cá todas ter a seguir... São uns Djs quaisquer de reggae e uns quantos artistas que vieram dar um concerto aos altos berros à frente de minha casa. E têm um fantástico apresentador que mantem as coisas a 'bombar' -I quote-:
"I love to see everybody together. The white people, the black people. Here in Por-tu-gaaal! Respect. Make some nooooise! Respect."

Mas agora gostava de poder ir deitar-me, por favor.
Já agora, deixo aqui um clip de um dos poucos artistas de reggae que eu gosto. Acho piada a este, é um judeu que transmite as ideias da sua religião nas suas músicas. Um pouco particular... :D


Regresso ao Passado



Hoje encontrei, por acaso, enquanto tentava arrumar o meu sempre caótico quarto, um cd daqueles feitos em casa. Não reconheci o título, por isso pu-lo na minha aparelhagem para ver do que se tratava. Era um dos cds que eu fiz em Bruxelas, com a música que eu ouvia lá.

Devo dizer que a minha cena de música indie só começou quando eu vim viver para Portugal, antes eu ouvia, em grande parte, R&B, que eu agora já não suporto muito, com excepção de poucos artistas...

Mas, conclusão, pus o cd a tocar e fiquei a curtir o som aos altos berros (perguntem à minha pobre mãe e irmã, que tiveram de me aturar...) e a dançar que nem uma maluca, haha. Aposto que todos percebem essa sensação, de ouvir uma música ou um cd que já não se ouvia há muito tempo. Apesar do tempo ter voltado a ficar horrível, senti-me genuinamente feliz por voltar a ouvir aquelas músicas que não ouvia há séculos (ou pelo menos parece).

Fiquei tão concentrada a cantarolar (ainda me lembro das letras todas) que a arrumação do quarto não evoluíu muito...





terça-feira, 5 de maio de 2009

Na Bruxélia


Nos últimos dois fins-de-semana estive em Bruxelas. Para aqueles qu não sabem, eu vivi em Bruxelas 9 anos, desde os 3, por isso pode dizer-se que eu cresci lá. Tive tempo para matar saudades e passar tempo com pessoas que parece que conheço desde sempre... Voltei cheia de vontade de voltar a viver lá (o que vai acontecer, mas só daqui a dois anos lectivos) e, tanto eu como os meus irmãos temos insistido imenso com a nossa mãe, a tentar convencê-la a voltar mais cedo. O que não vai acontecer, evidentemente. Mas, whatever, a person has to try.


Entretanto, tenho de voltar para a minha vida cá em Portugal, o que ínclui a escolinha e os testes...




terça-feira, 14 de abril de 2009

Em Abril, Águas Mil



(All-Stars e Adidas Molhados)

Antes de começar este artigo, tenho uma pergunta a fazer:

Alguém me pode explicar porque é que estamos no meio da Primavera e o tempo está horrível?

Chove a toda a hora e, pior, o tempo está frio. E eu tenho a sorte de estar de férias e de viver à frente da praia, mas com este tempo miserável, não posso aproveitar nada disso...
Por isso, vou-vos contar, fiés ouvintes (ou leitores, se preferirem) o meu dia. Haha, quando eu falo assim, até parece que foi alguma coisa de interessante...
Encontrei-me com a Clara nas Amoreiras e eu tive a excelente ideia de ir a pé até Belém, só para irmos beber qualquer coisa ao Starbucks que lá está. E a Clara, que conhece optimamente a sua geografia, concordou comigo e "ai, sim, que boa ideia Bia, és extremamente inteligente" e é claro que ela não sabia que as Amoreiras encontram-se a uma distância bastante razoavel de Belém. Ignorei esse pequeno facto, e lá fomos nós, todas felizes. Após cerca de 3h de caminhada, muitas queixas da parte da Clara por o caminho ser bastante maior do que o que eu tinha referido, umas quantas feridas nos pés e dores de costas, e chuvas torrenciais, chegámos. Foi o fim da nossa Odisseia.




E, por fim, lá entrámos no Starbucks quentinho para "enjoyar" as nossas bebidas.




domingo, 5 de abril de 2009

My Dress Hangs There. Frida Kahlo. 1933.


Feet, What Do I Need You For, When I Have Wings To Fly?
b
b
Frida Kahlo



The mooovies


Este fim-de-semana fui três vezes ao cinema. É bastante, até para mim. No problem there.
Sexta, fui com os meus irmãozinhos e a minha mãe ver o "Monstros vs. Aliens". Haha, eu adoro estes filmes de animação. Nos últimos anos, têm sido cada vez mais engraçados e bem feitos. Gostei deste, especialmente da gelatina azul que não tinha cérebro e, pelos vistos, isso "não faz assim tanta diferença". É claro que ele estava convencido que namorava com o marido de outra personagem e que eles se amavam profundamente.
No sábado fui com a minha mãe ver o "Dupla Sedução", com a Julia Roberts e o Clive Owen. No princípio é um bocado confuso (como nos Ocean's (Eleven, Twelve e Thirteen) em que, eu pelo menos, já não percebo metade), mas todas as peças se juntam num final inesperado.
Finalmente, hoje, domingo fui ver o "Ele não está assim tão interessado" com umas amigas de Bruxelas que já não via à algum tempo. Foi nice. E o filme também.
Conclusão: eu gasto fortunas em idas ao cinema. Mas eu gosto. Prefiro ver os filmes no grande écran, onde eles pertecem. É muito mais fácil deixarmo-nos levar pela história quando se está numa sala escura a ouvir pessoas a mastigarem pipocas (é claro que este factor é dispensável).


domingo, 29 de março de 2009

Bread & Sugar



Olá, eu chamo-me Beatriz e sou Bread&Sugarholic.

Este meu vício apareceu quando, numa nuance de loucura, decidi juntar estes dois ingredientes. Já tinha visto muitos fazerem-no e eu sempre achei bastante, heu, nojento. Até eu experimentar. A partir daí, nunca mais fui a mesma. Quero avisar todos os que estão a ler para não caírem, como eu, na tentação. Uma vez que experimentamos, nunca mais conseguimos parar.

sábado, 28 de março de 2009

Hard Rock Hallelujah


Acho que já era altura de eu fazer um artigo sobre nós as quatro. Porque, se pensarmos bem, nós vimos em pacotes. Compre uma Bia, leve uma Mariana e compre uma Rita e leve uma Marta. Pois, nós até funcionamos assim...
Esta história começou o ano passado quando fomos todas metidas na mesma turma e vimo-nos obrigadas a falar umas com as outras (sim, foi um verdadeio sacrifício). E, a partir daí, as nossas conversas idiotas vieram naturalmente. Mesmo que, por vezes, tenhamos tido conversas muito filosóficas. Mas as conversas não-muito-inteligentes foram mais frequentes. Afinal de contas, somos só umas adolescentezinhas.
Mas bom, desde o ano passado vários episódios aconteceram, uns entre nós as quatro, outros entre três de nós, outros entre duas, e muitas vezes só entre uma de nós. Como eu, que faço piadas e fico a rir-me delas sozinha.
Conclusão: já fizemos coreografias (Popota!), já demos concertos de heavy-metal (Lordi), já atendemos o telefone de abrir e fechar (porque é desses que eu gosto) a dizer "lésbica?", já dissemos penelope num sotaque estranho. Muita coisa.
Mas ao fim e ao cabo, somos todas muito diferentes e eu gosto de cada uma de vocês por razões diferentes. Apenas escrevi este artigo por ter sido o aniversário da Rita na quarta passada (Parabéns, yey) e por simplesmente me ter apetecido escrever sobre esta nossa amizade peculiar que se manteve sem mudar desde o ano passado.
Ah, e o filme Marley e eu é muito mau. E só uma pessoa muito pouco inteligente é que choraria num filme assim (Mariana).

segunda-feira, 23 de março de 2009


"I Like Boring Things."

Andy Warhol





sexta-feira, 20 de março de 2009

quarta-feira, 18 de março de 2009

B.B.B. (Bye Bye Brevet)


Ahh, é com imensa felicidade que eu anuncio o fim do Brevet Blanc. Oficialmente. Agora é só voltar a entrar no stress daqui a uns meses para o VERDADEIRO Brevet...
Conclusão: correu bastaste bem, em geral, mas eu prefiro não ficar com demasiadas esperanças.
É como se diz: A antecipação da morte é pior do que a morte em si. Que poético.

E para celebrar o fim do Brevet, uma ida à praia. Já estava farta de olhar pela janela para as pessoas ao sol na praia, enquanto que eu estudava.

Agora vão apenas recomeçar os testes que alguns pofessores decidiram adiar por causa do brevet. Só mais umas semanitas e entro em férias. Yey.



sexta-feira, 13 de março de 2009

Bia, a irmã maléfica.

(12.03.2009)

Hoje, quando o Pedro, a Hanna e o Miguel chegaram a nossa casa, eu já cá estava. Nem me lembro do que lhes disse, só me lembro de ouvir o Miguel a dizer ao meu irmão, enquanto se afastavam para ir para o quarto dele:
"Ela não é assim tão má..."






domingo, 8 de março de 2009

Our Hell Is A Good Life

Estas semanas têem sido um frenesim.
Parece que o fim do ano lectivo está a chegar, o tempo passa a voar... E isso que dizer que tenho de começar a tomar várias decisões importantes que tenho tentado adiar. Em primeiro lugar, tenho de decidir se fico mais um ano no liceu francês ou se vou para o liceu de Oeiras (acho que a segunda hipótese é a mais provável...). E depois, tenho já de decidir que área vou seguir. Isto é o que mais me stressa, porque não faço a mínima ideia do que escolher. Parece que já toda a gente têm uma ideia do que vai fazer quando for "grande", mas eu nem um pouco... Acho um ultrage obrigarem-nos a escolher tão cedo o que fazer durante, apenas, o resto da nossa vida. Mas mais vale nem pensar muito mais no assunto, senão volto a ter uma crise de ansiedade e isso não é lá muito saúdavel e eu não quero morrer tão cedo.

Finalmente, ainda tenho o Brevet Blanc daqui a uma semana e meia e isso apenas contribuí para o meu estado de espiríto.
Mal posso esperar pela reforma.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Em Madrid


Em Madrid

Pequeno resumo do que tem acontecido:

Eu e a Mariana apanhámos o avião de Lisboa para Madrid no dia 18. Lá fomos nós, todas felizes por estar de férias, no meio de imensas caras taciturnas de homens de homens e mulheres de negócios, de fato, e prontos para a próxima reunião. Haha. Que cruel.
Chegámos vivas e logo nessa noite fomos jantar a um restaurante de tapas.

No dia seguinte, estávamos decididas a acordar cedo para começarmos a visitar a cidade. É claro que tal não aconteceu, e decidimos ficar à espera do meu pai para almoçar connosco. Mas à tarde saímos e, de máquina fotográfica às costas, visitámos a zona. Tirámos imensas fotos com as vacas espalhadas pela cidade.
Número de Starbucks vistos num só dia: 4.
Número de lojas de fast-food vistas: 23.

Dia 20 já tínhamos decidido o que íamos fazer. De manhã visitámos o palácio real e o jardim. Almoçámos com o meu pai e a tarde queríamos ir ao Hard Rock Café Madrid, depois íamos a Retiro e, em seguida, íamos a Plaza Mayor. É claro que eu e a Mariana com um mapa é uma coisa complicada, e não conseguimos chegar logo onde queríamos. Apanhámos o metro para Retiro, quando nos apercebemos que estávamos a ir no sentido contrário. Saímos desse metro e apanhámos o outro do outro lado. Chegámos ao Retiro e depois voltámos a pé decididas a encontar o Hard Rock Café. É claro que, depois de várias voltas, encontramos a rua onde era suposto este estar. Mas o guia da Mariana era de 2003 e o Hard Rock já tinha emigrado para o outro lado da cidade... Enfim, encontrámos a Plaza Mayor e depois fomos fazer compras a Grand Via. Os putos chegáram a noite e o descanso acabou...

Dia 21, fizemos paintball a lazer. Tcha-naaam. As fotos tão em baixo.


Pedro. Bia. Mariana. Helena.

Eu e a Mariana com as armas do paintball lazer.